A propósito da dita Capital da Cultura Guimarães 2012…Nem tudo o que brilha é luz…
Chamam cultura à destruição de muito do que de centenário havia na velha cidade, para darem e negociarem empreitadas e serventias de dezenas de milhões, esquecendo-se que a cultura é das pessoas que partilham o Espaço Guimarães e deve revelar-se na qualidade de vida individual, coletiva e partilhada.
Ao ridículo paisagístico de algumas “modernidades” como é o caso do novo e descaraterizado Toural onde levantaram do chão, com dor e sem piedade, as eruditas pedras centenárias que transpiravam história, cultura genuína e substituíram-nas por um imenso pedrado de mau gosto sem quaisquer inteligibilidade paisagistica, estética ou histórica e em completo desassossego com a realidade, renegando a alma da cidade... somam a ridícula vaidade dos figurões de cerimónia na praça pública, pagos a peso de ouro… E, enquanto isso, as freguesias do concelho estão depauperadas em equipamentos, as crianças andam para as escolas pelas bermas das estradas que dentro das localidades nem passeios tem para se protegerem dos automobilistas…Muitos dos nossos alunos esperam pelo autocarro para a escola sem sequer terem um abrigo que as poupe da chuva… Enquanto rufam os tambores, das vaidades e hipocrisias dos nossos nada estimados políticos, uma simples ligação ao ramal do saneamento custa aos munícipes deste concelho, em média, mais de 1500 euros…“Guimarães Capital da Cultura 2012”? Não! Lamentavelmente apenas anti cultura, espetáculo por medida e conta. Apresentam a cidade como um núcleo isolado, não quiseram compreender que é uma extensão cultural do concelho e que este pelas suas gentes é o plasma da cultura…
Apenas se preocuparam com o imediato, com a valorização da vertente económica, apenas olharam para o que podia dar lucro a alguns, poucos…Apenas continuaram o enorme abandono do espaço humano rural e profundo das freguesias de Guimarães, como de resto se tem verificado nos últimos trinta e oito anos…
Miseravelmente a democracia neste concelho da velhinha cidade ainda não saiu do berço… Da mão daqueles senhorios a quem foi servida de bandeja com a travessa da democracia…
A cultura, a verdadeira, é a que emana das pessoas é a que resulta do seu envolvimento com a vida, com a terra, com a História e com o progresso. Só assim poderá ser fruto e semente, revelando-se e envolvendo-se com toda a comunidade no seu seio. As freguesias foram simplesmente embuçadas…Onde os votos são poucos o poder não faz as obras que são fundamentais para a qualidade de vida dos munícipes...
Estes senhores que na política e na cultura se governam apenas as pensam como coisas suas e, a seu jeito, impingem-nas ao povo com pompa e circunstância, sem olhar a despesas, por nossa conta e risco, por conta da divida colossal que havemos de pagar um dia... Esta cultura faz de conta para regalo de chicos espertos à manjedoura do erário, às custas, dos explorados que trabalham para alimentá-los com impostos e saques que não tem fim…É a medonha e miserável face de Portugal… Guimarães Capital da Cultura não é a cultura do futuro…É a expressão daquela miserável governação que desgraçou Portugal nos últimos dez anos, é o exemplo da decadência de um povo e até de uma civilização… É um coro de vaidades cavalgando nos milhões fáceis e gordos da união europeia, no endividamento e nos impostos exacerbados que consomem os portugueses e desgraçadamente se traduzem já em desemprego de quase um milhão e na falência generalizada da nação e do estado...Fazem lembrar o tempo do corta fitas de má memória, Américo Tomás, que fazia uma cultura de fachada e fascista, de propaganda do estado ditatorial e dos grandes tubarões que o personalizavam, enquanto o povo profundo e vernáculo definhava na mais profunda miséria, material e cultural…Com a diferença de que, aquele, porque não havia futuro não o hipotecou, como estes a todo um povo e lamentavelmente aos nossos jovens que nenhuma culpa tiveram neste malfadado e democrático século XXI… Assim vai Portugal esperando melhores auspícios, cansado desatinado, suspirando de saudade, acreditando que ainda vai encontrar o seu lugar, algures para lá da volta da estrada…
segunda-feira, 14 de maio de 2012
HISTÓRIAVIVARONFE, (Explora)
Este é um site para o aluno de história...
http://historiavivaronfe.webnode.pt/
Este é um site para o aluno de história...
http://historiavivaronfe.webnode.pt/
sábado, 12 de maio de 2012
Reforma Curricular
Reorganização curricular, dois tempos letivos de 45 minutos um para História outro para Geografia.
Mais um tempo lectivo é fundamental para o Grupo Disciplinar de História, permitirá melhorar o aproveitamento e sucesso dos alunos, particularmente no sétimo ano de escolaridade onde persiste um elevado nível de insucesso que se projeta nos anos seguintes, praticamente desde que lhe foi retirado um tempo na última reforma curricular no início da década de 2000. Assim não temos dúvidas de que é acertado que se faça um reforço da carga horária nos termos em que foi anunciado pela tutela. Em conformidade esperamos que, ao nível dos órgãos de gestão da escola, se dê seguimento ao determinado publicamente pelo Senhor Ministro da Educação, isto é, que cada disciplina, a de História e a de Geografia, obtenham os referidos acréscimos de tempos letivos. Pois a necessidade é por demais evidente:
--- O grupo de História tem muita dificuldade em cumprir os programas, nomeadamente nos sétimos anos. Com exceção do ano letivo de 2010/2011, sempre teve de planear o tema D para ser lecionado no in ício do oitavo ano e a nova organização curricular centrada nas metas e conteúdos vem agravar esta situação de falta de tempo;
--- O elevado nível de insucesso verificado sistematicamente nos sétimos anos, na disciplina de história, em média nos últimos cinco anos é muito elevado, cerca de 18% dos alunos. Deve-se ao facto de apenas haver um tempo lectivo por semana, um enorme interregno entre as aulas que quebra a continuidade e compreensão das matérias. Há falta de tempo para motivar os alunos e trabalhar com fontes históricas, são insuficiências que se reproduzem negativamente nesse ano e nos seguintes;
--- O programa curricular de História do terceiro ciclo é extenso, denso e complexo. A História envolve toda a dimensão da existência humana, no espaço e no tempo, desde as origens até à atualidade. A economia, a sociedade, a política, a arte, os eventos, os complexos histórico-geográficos, os valores, a cultura, as personalidades, as catástrofes, (naturais e produzidas), o património natural e construído, as Instituições, os conceitos de inteligibilidade social, política, económica, religiosa, estética e artística. Todas as civilizações, numa perspetiva sincrónica e diacrónica, a heurística e a hermenêutica. O patriotismo e a nacionalidade ainda são valores da alma portuguesa que a História permite manter vivos. É neste contexto de importância e de reconhecimento público da sua necessidade para uma formação integral dos nossos jovens que o ministério lhe atribuiu mais um tempo;
---A História é fundamental para a formação do cidadão e da cidadania, para compreender o presente planear o futuro e valorizar a democracia. Incute o sentido do dever individual e coletivo, da partilha de responsabilidades e de direitos, particularmente potencia consciências tolerantes, solidárias abertas à inovação e empreendedoras. Generosamente fomenta espíritos críticos, ávidos de humanismo e humanidade;
---Consideramos ser necessário para concretizar o Programa Curricular de História, atingir os seus fins naturais, de acordo com as metas, particularmente no sétimo ano, o determinado publicamente e institucionalmente pelo Senhor Ministro da Educação ou seja, a atribuição de mais um tempo letivo nesse ano de escolaridade, beneficiando todo o processo de ensino-aprendizagem, nomeadamente o sucesso sustentado e harmonioso de uma grande parte dos alunos, ao longo do ciclo e subsequentemente combatendo o abandono escolar. Mais de 15% dos alunos não tem tido sucesso na disciplina de História do sétimo ano, ao longo da última década, desde que foi retirado um tempo lectivo, situação que consideramos muito gravosa. E é a falta desses 45 minutos que tem sido repetidamente referida pelos docentes como a justificação principal, a causa desse insucesso;
--- Na última reforma curricular, a partilha de tempos, foi amplamente discutida, pelos órgãos competentes desta escola, tendo-se concluído pela presente situação. Ambas as disciplinas perderam quarenta e cinco minutos, foi equitativo e por isso justo. Durante todos estes anos em que vigorou, os currículos não foram alterados…A nova situação criada pelo ministério da educação de repor esses tempos anteriormente perdidos às duas disciplinas, é acertada, necessária e respeita a dimensão original dos dois currículos
---Os professores de História com profissionalismo, sentido de partilha e dever de servir os alunos, com a veemência de vivermos o nosso trabalho servindo a sociedade que nos confiou esta tão nobre missão de aprender, partilhar e ensinar regozijam-se com enorme alegria perante a perspetiva de mais um tempo letivo. Poderemos expandir a nossa ação pedagógica na realização de trabalhos práticos, história local e regional, reproduções, encenações e dramatizações. Trabalhar com fontes, coisa que é fundamental para se apreender a noção de tempo e de evolução civilizacional, motivar muito mais os alunos logo no primeiro ano, é marcantemente fundamental para ficarem a gostar da disciplina, trabalharem mais e serem bem sucedidos nos anos seguintes
--- Assim, neste contexto, exercendo o nosso direito e dever de contribuir para o ideal de excelência de educação da escola, e no cumprimento do projeto educativo, que prosseguimos individual e coletivamente, vimos por este meio reconhecer que estamos em presença de uma melhoria significativa das condições de trabalho dos professores de História.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Manual Médico na net
Manual Médico da Net.
O Manual demorou 5 anos para ser escrito e contou com o concurso de 200 especialistas.
O Manual demorou 5 anos para ser escrito e contou com o concurso de 200 especialistas.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Objetivos Teste Fevereiro, (8º Ano, Turmas A,B.C,D,E e F)
1. Resume as causas da crise do Império Português do Oriente;
2. Descreve cronologicamente os acontecimentos que levaram à aclamação
de Filipe II nas Cortes de Tomar em 1581:
3. Refere as razões que levaram os portugueses a revoltarem-se contra a governação espanhola na Restauração da Independência em 1640:
4. Carateriza a Agricultura do Antigo Regime;
5. Define Mercantilismo;
6. Descreve a Sociedade de Ordens no Antigo Regime,
7. Explica o “Poder Absoluto”;
8. Define “Despotismo Esclarecido ou Iluminado”;
9. Refere as medidas do Marquês de Pombal para submeter os grupos sociais privilegiados e reforçar o poder do estado;
10. Explica a falência das medidas mercantilistas do Conde de Ericeira:
11. Menciona as razões que levaram o Marquês de Pombal a retomar as políticas mercantilistas;
12. Refere as medidas mercantilistas do Marquês de Pombal;
13. Carateriza a Arte Barroca.
2. Descreve cronologicamente os acontecimentos que levaram à aclamação
de Filipe II nas Cortes de Tomar em 1581:
3. Refere as razões que levaram os portugueses a revoltarem-se contra a governação espanhola na Restauração da Independência em 1640:
4. Carateriza a Agricultura do Antigo Regime;
5. Define Mercantilismo;
6. Descreve a Sociedade de Ordens no Antigo Regime,
7. Explica o “Poder Absoluto”;
8. Define “Despotismo Esclarecido ou Iluminado”;
9. Refere as medidas do Marquês de Pombal para submeter os grupos sociais privilegiados e reforçar o poder do estado;
10. Explica a falência das medidas mercantilistas do Conde de Ericeira:
11. Menciona as razões que levaram o Marquês de Pombal a retomar as políticas mercantilistas;
12. Refere as medidas mercantilistas do Marquês de Pombal;
13. Carateriza a Arte Barroca.
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